Varela, como era chamado pelos amigos, tinha 42 anos, era pai de quatro meninas e estava em serviço ordenando o trânsito num trecho interditado pela prefeitura para obras de drenagem. Um parente da vítima disse hoje à TN Online que ele foi alvejado por seis tiros de pistola. O primeiro nas costas, quatro na cabeça e outro no tórax. “Foi um ato de selvageria e de vingança”, disse uma sobrinha que pediu para não ser identificada. A polícia investiga se o crime tem ligações com a ação de uma máfia que agia nos corredores do Detran e que foi denunciada há dez anos pelo agente.
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| O agente de trânsito Kleidnes do Nascimento foi assassinado ontem enquanto trabalhava, no bairro de Nova Parnamirim |
Familiares consternados, colegas de trabalho indignados e amigos revoltados, mas todos esperançosos de que os assassinos serão localizados, presos e julgados pelo crime que cometeram. Nesse clima, e sob um sol forte, foi enterrado no final da manhã deste sábado (28), no cemitério Morada da Paz, em Emaús, o agente de trânsito de Parnamirim, Kleidnes Varela do Nascimento, assassinado na tarde de ontem no cruzamento das avenidas Abel Cabral e Deodato José dos Reis, em Nova Parnamirim.
Varela, como era chamado pelos amigos, tinha 42 anos, era pai de quatro meninas e estava em serviço ordenando o trânsito num trecho interditado pela prefeitura para obras de drenagem. Um parente da vítima disse hoje à TN Online que ele foi alvejado por seis tiros de pistola. O primeiro nas costas, quatro na cabeça e outro no tórax. “Foi um ato de selvageria e de vingança”, disse uma sobrinha que pediu para não ser identificada. A polícia investiga se o crime tem ligações com a ação de uma máfia que agia nos corredores do Detran e que foi denunciada há dez anos pelo agente.
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De acordo com informações de um funcionário da Prefeitura de Parnamirim que vem acompanhando as investigações, as câmeras de segurança de um posto de gasolina nas imediações do local não captaram as cenas do crime, mas a polícia vai requisitar as imagens de outros prédios próximos. Testemunhas disseram que quatro homens, num Corsa Branco, desceram do carro. Um deles se aproximou da vítima, balbuciou a frase “nunca mais” e começou a atirar.
O enterro estava previsto para às 15 horas, mas foi antecipado a pedido da família. O caixão com o corpo do agente Varela desceu à sepultura por volta de meio-dia. Entre os que foram ao Cemitério Morada da Paz havia agentes de trânsito de Natal e de Parnamirim. O prefeito Maurício Marques, o vice Epifânio Bezerra, secretários municipais e a maioria dos servidores da Secretaria Municipal de Trânsito de Parnamirim estiveram no cemitério prestando solidariedade à família.
O enterro estava previsto para às 15 horas, mas foi antecipado a pedido da família. O caixão com o corpo do agente Varela desceu à sepultura por volta de meio-dia. Entre os que foram ao Cemitério Morada da Paz havia agentes de trânsito de Natal e de Parnamirim. O prefeito Maurício Marques, o vice Epifânio Bezerra, secretários municipais e a maioria dos servidores da Secretaria Municipal de Trânsito de Parnamirim estiveram no cemitério prestando solidariedade à família.
Fonte: Tribuna do Norte

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